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I know it’s cheesy, but my wedding day was one of the happiest days of my life.

Our wedding was truly a celebration of our love. It was about our commitment to each other, and we wanted our close family and friends to witness and share the joy of our union.

Yes, we could have skipped the whole thing altogether, especially since we didn’t have a lot of money to pull off a wedding extravaganza anyway. Lots of people do, and I don’t think that says anything about their love and commitment. Also, a big, fancy wedding is simply not our style.

We thought long and hard about it. At the end of the day, it was very important for us to have our friends and family with us on such a special ocasion.

Our mini-wedding was perfect for us. We enjoyed it so much that we actually have plans to start an adorable tradition… But we can leave it at that until 2014.

***

There’s lots of reasons why we decided for a mini-wedding.

#1 There’s the guest list issue.

What happens when you get hitched abroad is that most of your friends and family will not be able to make it to your wedding.

That is, unless you have rich friends who can easily get off work, which wasn’t our case.

Without enough people, there just can’t be a big wedding.

#2 There’s the money issue.

On average, couples spend $20,000 for their wedding in the US.

Our budget was only a small fraction of that. Even with the help from our families.

#3 There’s the generational issue.

When our parent’s got married, weddings were a huge part of a family’s social calendar. Everyone remotely connected to the family got invited, regardless of relationship with the couple.

As most young couples, we respectfully disagree. We wanted our wedding to be about celebrating our commitment with our loved ones. People that we know are always going to be there for us — with a few exceptions, of course.

#4 There’s personal choice.

Matt and I are very particular people.

We wanted our wedding to be different, to be very us. We didn’t want our wedding to be just another one. We visited countless country clubs, golf clubs, rental spaces… We just couldn’t convince ourselves to like the traditional wedding venues in town.

We fell in love with a historic mansion that could only accomodate 100 people — but it would be crowded. And we just knew we were destined to have a mini-wedding.

***

So, ladies, listen up: don’t let anyone tell you that you must have a huge, expensive wedding in order to be happy.

Trust me.

Limbo?

Eu tô numa daquelas em que não sei bem se tô na m@#$! ou na boa.

A boa notícia é que aprovaram a tal da petição e o meu cartãozinho verde deve chegar pelo correio no próximo mês.

A vida vai seguindo, cambada.

Adivinha quem não vai começar o mestrado em agosto, afinal?

Silver lining

Quando a gente pensa que a vida so pode melhorar, vem merda a balde pra mostrar que tudo sempre pode ficar pior.

Ou

Pelo menos ta todo mundo vivo. O resto se acerta.

Oi,

eu queria dividir com o mundo a minha felicidade: comi spaghetti carbonara do Mamma Lucia.

***

Oxalá, amanhã resolvo quando volto para casa <pausa para música de momento dramático> de vez pra ficar com o meu maridão e a Nina. Estou morrendo de saudades, e acho difícil que esse estágio dê em samba. </pausa> Eu ainda amo DC com todas as minhas forças, apesar de de vez em quando bater um medinho de atentado terrorista no metrô.

***

Sem mais,

Health update

Coitadinha da Nina, foi para um check up no veterinário e voltou cheia de ziquezira. Além de descobrirmos que ela tem doença de Lyme (ou borreliose de Lyme), ela ainda saiu de lá com um diagnóstico parasitário e de alergia à comida dela.

Nada disso afetou o estado de saúde ou o humor dela, felizmente. Ela tá medicada e feliz. Mal vejo a hora de poder estar em casa full time de novo.

Estágio é bom mas não paga remédio da vira-lata. E eu morro de saudades dos meus amores!

AoS

This lady asked us to raise our right hands, swear to tell the truth and take a seat. In and out in less than half an hour. No definite response, tho. I wish I could have known, but the waiting game isn’t over yet. Soon enough, I hope.

All I know is that I’m gonna get p’d if we don’t get this. Srlsly, it doesn’t get more legit than us.

Pois bem, saí do trabalho e me encaminhei pro metrô como sempre. Momentos antes de entrar na estação, terminei uma conversa no telefone com a minha irmã dizendo que a encontrava em uns 40 minutos na estação perto de casa pra irmos comprar uns lances.

Assim que cheguei na plataforma, a administração avisava no sistema de som que a linha vermelha do metrô estava enfrentando atrasos por conta de um problema mecânico em um trem perto de uma outra estação. Ok, só tem um jeito de voltar pra casa, então o negócio é esperar.

O tal do metrô só chegou 40 minutos depois. Metro Station é uma das estações mais movimentadas do sistema, e ainda se tratava do horário do rush numa segunda-feira. Com o fluxo de commuters e a falta de transporte, a estação estava insuportável.

Dei sorte de conseguir entrar no primeiro trem que apareceu, e ainda consegui sentar uns 5 minutos depois. Como estávamos na parte subterrânea do sistema, estávamos ilhados. Eu não tinha como avisar pra minha irmã que ia chegar MUITO atrasada, e todo mundo parecia frustrado com o atraso e a falta de serviço no celular.

Enfim, um rapaz consegue serviço no blackberry dele e descobre que não era bem um problema mecânico que causou toda a comoção, mas um acidente. E um dos brabos.

Dois metrôs colidiram. Um deles foi parar em cima do outro. Então, 2 pessoas tinham morrido. Já são seis.

Assim que chegamos à superfície, vi que tinha uma mensagem de voz no celular. Minha irmã, que já tinha ouvido a notícia do acidente na nossa linha, queria saber se eu estava bem.

Andar de metrô é uma atividade de alto risco. Quando não é suspeita de bomba, é acidente. Saravá.

Hoje é Dia dos Pais no país de cá. Papai ganhou um avental de “King of the Grill” pra usar quando estiver churrascando na casa nova, e um quadro “Cold Beer on Tap” pra decorar a super área da churrasqueira.

Vi umas fotos da casa nova, e é uma gracinha!

A má notícia é que não vou mais ter casa de papai e mamãe pra ficar em Niterói. A boa notícia é que vai rolar de ir conhecer Bonito quando a gente for pro Brasil.

Bem, vou lá ver o jogo do Brasil com narração em inglês.

O lado bom de fazer entrevista de emprego em uma fábrica de chocolate é ganhar chocolate gourmet de graça.

Eu gostei não só da empresa, que é fair trade certified, mas da vizinhança. Adorei Eastern Market!

Vai pra lista.

Ando planejando umas férias hipotéticas.

Primeiro, embarcamos para o Rio de Janeiro. Passamos uns 5 dias no Rio: (eu) matando as saudades de uns, e (ele) conhecendo outros.

Depois, vamos para Búzios ou Paraty. (Pensei em subir a serra, mas acho que quem mora aqui nos Estados Unidos tem oportunidade suficiente pra ver montanha e passar frio, né. ) Passamos un 2 ou 3 dias na praia, fazendo uns passeios históricos, e tudo mais.

Finalmente, vamos para o novo lar da família Alves. Poisé, um não sei quão longe a recente notícia já chegou, mas adianto que vai rolar mais uma temporada longe do Rio.

Enfim, já fiquei sabendo que esse ano não deve rolar. Então o projeto agora é ir pra terrinha no verão (inverno no hemisfério sul) de 2010.

Enquanto isso, eu vou planejando as minhas férias hipotéticas daqui…

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